Uma nova pessoa, uma nova perspetiva
A IDSET continua a crescer e, com esse crescimento, chegam também novas pessoas, novas competências e novas formas de olhar para o trabalho que desenvolvemos.
Este mês apresentamos a Sandra Gonçalves, que passa a integrar a equipa técnica onde irá assumir funções de técnica de projetos.
Para além de lhe darmos as boas‑vindas, quisemos aproveitar a ocasião para apresentar a pessoa por detrás da nova função. Afinal, as equipas fazem‑se de competências, mas também de histórias, interesses, ideias e, claro, algumas particularidades que não vêm no currículo.
Por agora, vamos conhecer um pouco melhor a técnica de projetos.
1. Para quem ainda não te conhece, como te apresentarias em três palavras?
Curiosa, determinada e pragmática.
Gosto de perceber como as coisas funcionam, procuro soluções e, quando assumo um desafio, gosto de ir até ao fim.
2. Como é que vieste parar à IDSET?
Foi através de um processo de recrutamento. Depois de vários anos de experiência profissional numa grande organização, estava à procura de um novo desafio que me permitisse aplicar aquilo que fui aprendendo ao longo do meu percurso, mas também sair da minha zona de conforto e conhecer outras realidades.
3. O que te despertou o interesse em fazer parte desta equipa?
A possibilidade de trabalhar numa organização com uma missão muito ligada ao desenvolvimento de pessoas e territórios. Sempre valorizei projetos que tenham uma aplicação prática e que possam efetivamente fazer a diferença na vida das pessoas e das organizações.
4. O que esperas encontrar nesta nova etapa?
Espero encontrar novos desafios, pessoas com quem possa aprender e uma equipa onde possa contribuir com a minha experiência. Quero, sobretudo, continuar a crescer profissionalmente e sentir que aquilo que faço tem um propósito.
Sobre esta nova etapa...
5. Vais integrar a equipa Técnica. Para quem não conhece este trabalho, como explicarias o que fazemos?
Diria que somos uma espécie de “ponte” entre os projetos e a sua concretização. Há muito trabalho de análise, acompanhamento, organização e gestão para garantir que os projetos são executados de forma adequada e que os objetivos definidos são realmente alcançados.
É um trabalho que exige rigor, mas também capacidade de adaptação, porque cada projeto tem os seus desafios e as suas particularidades.
6. O que é que mais te entusiasma nesta nova função?
A diversidade. Gosto de funções que não sejam demasiado previsíveis e que me obriguem a pensar, analisar e encontrar soluções. E esta função permite‑me juntar a experiência que já tenho com a oportunidade de aprender uma área que tem características diferentes das que conhecia anteriormente.
7. Há algum projeto ou área de trabalho que te desperte particularmente curiosidade?
Tenho particular curiosidade pela área dos projetos financiados e pela forma como os fundos europeus podem ser transformados em projetos concretos com impacto nas pessoas, nas empresas e nos territórios.
Ao mesmo tempo, a minha formação em Psicologia Organizacional faz com que tenha um interesse especial pela dimensão das pessoas dentro das organizações. Áreas como a gestão de equipas, recrutamento e seleção, formação, integração e onboarding, desenvolvimento de competências e acompanhamento das pessoas são temas que me despertam bastante interesse e que também estão muito próximos daquilo que identifico como o papel de um HRBP: perceber as necessidades da organização, mas também as necessidades das pessoas, e procurar criar uma ligação entre ambas.
Por isso, tenho curiosidade em perceber como estas diferentes dimensões se cruzam nos projetos da IDSET e de que forma posso contribuir também com essa perspetiva.
8. O que achas que vais trazer para a equipa?
Experiência, sentido de responsabilidade e uma visão muito orientada para a resolução de problemas. Trago experiência em análise, gestão, negociação e acompanhamento de processos, mas também uma formação e uma visão muito centradas nas pessoas e nas dinâmicas organizacionais.
Gosto de ajudar, de facilitar processos e de procurar soluções, mas sem perder o foco nos objetivos. E acho que há uma coisa que também levo comigo para qualquer equipa: boa disposição e sentido de humor. Mesmo nos dias mais exigentes, acredito que é possível manter uma atitude positiva, ajudar quem está à nossa volta e tornar o ambiente de trabalho mais leve, sem perder o profissionalismo nem o sentido de responsabilidade.
Acredito que uma boa equipa é aquela em que cada pessoa contribui com aquilo que sabe, está disponível para ajudar os outros e, ao mesmo tempo, consegue manter um bom ambiente de trabalho.
9. E o que esperas aprender com ela?
Espero aprender muito sobre a realidade dos projetos financiados, os diferentes programas e metodologias de trabalho, mas também sobre as pessoas que fazem parte desta equipa.
Acredito muito que, independentemente da experiência que temos, há sempre alguma coisa nova para aprender com quem trabalha conosco.
Agora as perguntas importantes…
10. Café ou chá?
Café. Sem grande hesitação. ☕
11. Trabalhas melhor com música, silêncio ou com o escritório inteiro a acontecer à tua volta?
Provavelmente com o escritório inteiro a acontecer à minha volta. Gosto de ambientes dinâmicos e não me incomoda haver movimento. Mas quando preciso de me concentrar mesmo a sério… aí o silêncio ganha.
12. Qual é aquela coisa que provavelmente vais dizer muitas vezes no escritório?
“Vamos perceber primeiro qual é o problema.”
E provavelmente também: “Temos de encontrar uma solução.”
13. Se tivesses de sobreviver a um dia particularmente caótico no trabalho, qual seria o teu kit de sobrevivência?
Café, organização e algum sentido de humor.
E uma lista de prioridades. Quando tudo parece urgente, é importante parar dois minutos, perceber o que é realmente prioritário e começar por aí.
Para terminar...
14. O que significa, para ti, trabalhar numa organização que desenvolve projetos com impacto social, profissional e territorial?
Significa saber que o trabalho que fazemos não termina num processo, num relatório ou num número. Existe um impacto real por detrás de cada projeto.
Para mim, isso dá um significado diferente ao trabalho: perceber que aquilo que fazemos pode contribuir para criar oportunidades, desenvolver competências, apoiar pessoas e organizações e, de alguma forma, ajudar a transformar os territórios onde estamos presentes.
É também uma responsabilidade. Quando trabalhamos em projetos com impacto social e financiados por recursos públicos, temos de garantir rigor, compromisso e sentido de missão. E é precisamente essa combinação entre propósito e responsabilidade que considero mais interessante nesta nova etapa.