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Os Fundos Comunitários são instrumentos de financiamento da União Europeia (UE), que apoiam uma série de projetos e programas, para atingir objetivos de desenvolvimento, sendo constituídos por um conjunto de oito, que incluem o Fundo Social Europeu, o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e o Fundo de Coesão, três dos mais antigos e dos mais conhecidos. Este financiamento tem como destinatários um conjunto vasto de beneficiários, que abrange os organismos públicos, as organizações não‑governamentais, as empresas, e os cidadãos.

Para que servem os fundos comunitários?

Fundos comunitários permitem o apoio a projetos de inovação, digitalização, qualificação e sustentabilidade. Os mesmos podem abranger investimentos em tecnologia, aquisição de equipamentos, implementação de sistemas digitais, contratação de recursos altamente qualificados e formação profissional, criando condições para reforçar a capacidade produtiva, a eficiência operacional e a inserção em cadeias de valor mais exigentes.

Quais os apoios disponíveis em 2026?

Em Portugal, os recursos europeus destinados às empresas desempenham um papel crucial na promoção do crescimento económico e da inovação.

Entre as principais fontes de financiamento que fundamentam os auxílios europeus em Portugal, cobrindo várias áreas e propósitos estratégicos, destacam‑se:

Portugal 2030

Que reúne os fundos comunitários estruturais voltados para o desenvolvimento regional e a coesão económica e social;

PRR (Plano de Recuperação e Resiliência)

Com ênfase na recuperação económica após a pandemia e nas transições digital e climática;

Horizonte Europa

Que apoia a pesquisa científica, a inovação e a colaboração global;

FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional)

Fundo comunitário destinado a apoiar o aumento de infraestruturas, inovação e modernização tecnológica;

FSE+ (Fundo Social Europeu Mais)

Focado em capacitação, inclusão e formação de indivíduos e organizações.

Essas fontes de financiamento são implementadas ou complementadas por programas operacionais e iniciativas setoriais, que direcionam as verbas para áreas estratégicas específicas. Exemplos disso incluem:

1

COMPETE 2030: voltado para a indústria, inovação e competitividade das empresas;

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PEPAC (Plano Estratégico da Política Agrícola Comum) 2023–2027: que orienta os subsídios ao setor agrícola e rural;

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Programa Turismo +Sustentável: que visa o investimento, a qualificação e a sustentabilidade na área do turismo;

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Startup Portugal, Empreende XXI e as linhas do PRR: Apoios ao nível da transição digital, que auxiliam startups e PME tecnológicas na modernização dos seus processos e na digitalização.

Quem pode candidatar‑se a Fundos Comunitários?

A elegibilidade varia de acordo com o tipo de fundo comunitário e as suas características, mas de forma geral:

Empresas são as principais beneficiárias:

  • PME (Pequenas e Médias Empresas).
  • Grandes Empresas podem candidatar‑se, normalmente em fundos comunitários específicos para estas, frequentemente com cofinanciamento exigido.
  • Microempresas podem candidatar‑se, com um limite de investimento inferior.
  • Startups e Empresas em Constituição podem candidatar‑se em alguns casos, como programas de Incubação e Aceleração.
Empresas beneficiárias
Condições obrigatórias

Condições obrigatórias para se candidatar:

  • A empresa deve estar legalizada e em situação fiscal regularizada.
  • Não pode ter dívidas ao Estado ou Segurança Social.
  • A empresa precisa de cumprir requisitos de dimensão, como o número de colaboradores e o volume de negócios.
  • A sede da empresa deve estar em Portugal ou ser uma estrutura com operações em Portugal.

Alguns setores, como o da agricultura, silvicultura e transportes, têm regras específicas para se candidatarem com sucesso a fundos comunitários. 

Até 85% do investimento financiado.

Identificamos o aviso certo para o seu negócio e preparamos a candidatura. Fale com a equipa IDSET e descubra quanto pode receber.

Quero candidatar-me

Como funciona o processo de candidatura?

Na IDSET realizamos consultoria em fundos comunitários, num acompanhamento estratégico em três fases:

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Diagnóstico e Estratégia

Começamos por entender o seu negócio, a etapa atual, ambições de crescimento, necessidades de investimento. Depois mapeamos os avisos de candidatura potencialmente relevantes, aqueles que fazem mais sentido para a sua empresa/organização e percurso. 
Avaliamos elegibilidade. Identificamos critérios de seleção. E construímos uma estratégia de candidatura.
Porque nem todos os fundos comunitários servem para todos os negócios. Candidatar-se ao aviso errado é desperdício de tempo.

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Preparação e Submissão

Aqui estruturamos o projeto com o candidato, com objetivos definidos, cronograma, orçamento fundamentado, indicadores de sucesso mensuráveis. Preparamos a documentação exigida, de forma a assegurar que nada falta no momento da submissão da candidatura aos fundos comunitários.
Redigimos a narrativa do projeto, comunicamos o que pretendem fazer, por que é relevante e como vai criar impacto.

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Acompanhamento Pós-Aprovação

Acompanhamos a execução do projeto conforme aprovado. Garantimos conformidade regulatória com os fundos comunitários. Documentamos despesas adequadamente. 
Porque um projeto aprovado mal executado é um projeto em risco de reembolso de fundos comunitários.

Quanto posso receber?

O montante máximo que pode receber de fundos comunitários depende:

  • Do tipo de aviso;
  • Da região onde a sua empresa é localizada; 
  • Do tipo de beneficiário;
  • Do tipo de investimento;
  • Da taxa de financiamento.

Em média, uma PME que se candidata a um investimento de 100.000€ pode esperar financiamento entre 50.000€ e 85.000€, conforme o programa.

Porque escolher a IDSET para gerir a sua candidatura?

Na IDSET, a consultoria em fundos comunitários não é um serviço transacional. É um trabalho colaborativo onde acompanhamos desde a identificação de oportunidades até à execução do projeto aprovado, com conhecimento atualizado e interesse no sucesso da sua candidatura.

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Conhecimento atualizado e especializado

Os programas de fundos comunitários mudam. Avisos aparecem e desaparecem. 
A nossa equipa segue as alterações em tempo real. 

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Integração com outras áreas de consultoria

Este é o grande diferencial do nosso serviço. Uma candidatura a fundos comunitários não é um documento isolado. Precisa de alinhamento com: estrutura fiscal, conformidade legal e viabilidade de implementação.

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Acompanhamento pós-aprovação

Muitas consultoras concluem o trabalho depois da aprovação. A IDSET continua. Porque a execução correta protege a empresa e o financiamento.

Agende uma reunião para conhecer os avisos disponíveis.

Contacte-nos

FAQs

O que são fundos comunitários e como funcionam em Portugal? 

Fundos comunitários, ou europeus, são recursos financeiros da União Europeia canalizados para os Estados-Membros, com o objetivo de cofinanciar projetos alinhados com prioridades estratégicas estabelecidas. Em Portugal, os fundos comunitários são geridos maioritariamente pelo programa Portugal 2030 e coordenados por diversos organismos (IAPMEI, IEFP, etc.). O processo envolve: abertura de aviso, candidatura, avaliação, aprovação/rejeição, execução do projeto aprovado, prestação de contas.

A minha empresa é elegível para o Portugal 2030? 

A resposta depende do seu setor, da sua forma jurídica, dimensão e localização, mas provavelmente sim. 

A IDSET avalia a sua elegibilidade. Contacte-nos e esclarecemos.

Quanto posso receber? Qual a taxa máxima de financiamento para PME? 

Estes valores dependem do território em que a empresa se situa, geralmente para PME, as taxas máximas variam entre 70-85% do investimento elegível.

Quanto tempo demora a análise de uma candidatura a fundos comunitários? 

Depende do programa de fundos comunitários, alguns avisos demoram em média 60 a 90 dias úteis.

Posso candidatar-me sem experiência prévia em fundos europeus? 

Sim, desde que cumpra os requisitos específicos dos fundos comunitários em questão. A IDSET orienta em todo o processo.